Ao mesmo tempo em que a adoção do EDI trouxe agilidade e confiabilidade na troca de informações entre as montadoras e os fabricantes de autopeças, ela viabilizou que a comunicação das necessidades e suas alterações se tornasse cada vez mais frequente.
O aumento da frequência de comunicação das programações trouxe dificuldades significativas para a gestão logística das empresas de autopeças.
Considerando-se a programação das peças utilizadas nas linhas de montagem e a de peças de reposição, um fornecedor pode receber frequentemente a programação de centenas de itens de cada montadora cliente, com o agravante de que as diferentes versões dessas programações se sobrepõem ao longo do seu horizonte.
A frequência e a intensidade das alterações das programações enviadas aos fornecedores dependem da competência da gestão logística de cada montadora.
E nesse aspecto elas são bastante diferentes entre si.
Há montadoras com estratégias de mercado, sistemas e processos mais consistentes que variam menos as programações enviadas aos fornecedores. Há montadoras com opções complexas de customização de veículos, sistemas e processos menos estruturados, ou estratégias comerciais mais agressivas e dinâmicas que variam mais as programações enviadas aos fornecedores.
Nesse ambiente, a medição das variações das programações recebidas das diversas montadoras é muito importante para a gestão do fornecedor.
Nesta apresentação, mostraremos como o sistema ProperStock pode auxiliar a entender e validar as variações nas programações dos produtos acabados e suas consequências nos componentes.
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Para a apresentação: https://lnkd.in/dUzRPUbh
Gestores de produção de empresas de auto-peças, responsáveis por analisar a viabilidade das programação das montadoras